sexta-feira, 12 de abril de 2013

MUITAS EMPRESAS BRASILEIRAS NÃO POSSUEM REGISTRO DE MARCAS E PATENTES E CORRE GRANDE RISCO DE SEREM COPIADAS


Empresas começaram a despertar para a necessidade de terem suas marcas e patentes protegidas contra a apropriação indevida de terceiros. O descaso pode levar à utilização imprópria e não autorizada de marcas.

O grande desafio é proteger a empresa e o país não deixando a tecnologia criada aqui correr o risco de ser utilizada e apropriada pela concorrência e pelo mercado internacional. O que talvez algumas empresas não saibam é que o registro de uma marca pode trazer um diferencial de mercado e ajudar no aumento significativo do faturamento.

Existe uma preocupação por parte dos empresários por deduzirem que registrar marcas e patentes é muito custoso. A afirmação não é verdadeira.
As pessoas devem ficar atentas, pois o empreendedor que não tem registro corre o risco de utilizar a sua marca e posteriormente perder os direitos sobre ela.

Fonte:http://www.administradores.com.br

quinta-feira, 11 de abril de 2013

MARCA “CACHAÇA” É RECONHECIDA COMO BRASILEIRA NOS EUA


Para os brasileiros, pode soar tão grave quando dizer que nossa capital é Buenos Aires. Mas nos Estados Unidos, por muito tempo, a cachaça tem sido conhecida como “rum brasileiro” ou "brazilian rum".

A partir desta quinta-feira, no entanto, essa realidade começa a mudar. Hoje é o primeiro dia em que o nome “cachaça” virou uma marca com direitos de uso exclusivos para produtos fabricados no Brasil, e de acordo com os padrões de qualidade nacionais.

A mudança ocorre após mais de uma década de negociação, e foi aprovada pelo Alcohol and Tobacco Tax and Trade Bureau (TTB), órgão do governo americano especializado no comércio de álcool e tabaco, em fevereiro.

A ideia é potencializar os ganhos com o aguardente, dando o mesmo tipo de selo que a França ganhou com o direito exclusivo de chamar de champanhe o vinho espumante que produz. Ou o México com a tequila.

"É importante porque evita que a cachaça se torne um destilado genérico, vindo de qualquer país. Do ponto de vista do mercado, para as marcas brasileiras é a chance de garantir uma reserva junto aos consumidores internacionais e fomentar a exportação”, afirma Vicente Bastos, presidente da diretoria executiva do Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), que reúne empresas e produtores.
 
Bastos explica que, entre as mudanças, está sendo gestada uma campanha de promoção do nome e da imagem da cachaça fora do país. “Os americanos, por exemplo, conhecem mais a caipirinha do que a cachaça. Nossa ideia é investir no marketing da caipirinha autêntica”, diz.

O destilado de açúcar gera 15 milhões de dólares por ano às empresas brasileiras, sendo que 2 milhões saem dos Estados Unidos.

quarta-feira, 10 de abril de 2013