terça-feira, 6 de novembro de 2012

Assim como a imagem pode dizer muito sobre uma pessoa, a marca de uma empresa também muitas vezes representa seus valores, reflete sua história e tem ligação com o produto/serviço oferecido.

Não arrisque, venha para SANPAT MARCAS E PATENTES proteger sua Marca, e garantir sua tranqüilidade, deixe que nós cuidamos de seu maior patrimônio.

Valores da Sanpat:
Aprimoramento contínuo
Sigilo, ética, transparência
Potencializar os interesses do cliente
Excelência do corpo técnico
Respeito e boas práticas ambientais

MARCAS DEIXARÃO DE PERTENCER ÀS EMPRESAS


A evolução do branding fará com que nos próximos anos as marcas deixem cada vez mais de pertencer às empresas e passarão para as mãos dos consumidores. A afirmação é de Hélio de Carvalho, CEO da FutureBrand. A consultoria comemora 10 anos de operação no Brasil e lança hoje, dia 5, um livro abordando o relacionamento do público com as marcas e na mudança na percepção e nos hábitos de consumo. Leia a entrevista completa:
Mundo do Marketing - As empresas hoje entendem o que é a qual a importância do branding?
Hélio de Carvalho - Não tenho a menor dúvida que sim. Nestes 10 anos o cenário competitivo mudou bastante e as empresas se tornaram muito mais preparadas. O branding passou a ser uma ferramenta utilizada por praticamente todas as empresas. Umas utilizam um pouco mais, outras menos, mas todas reconhecem a sua importância.
O branding nasceu mais ligado ao design e hoje está relacionado a valores e à personalidade da marca. O que mudou?
Hélio de Carvalho - A evolução foi grande. Há 30 anos quando se pensava em marca, estávamos muito mais focados na questão visual. Não havia clareza do branding como estratégia de uma forma mais ampla e conceitual. Falando em torno de 10 anos atrás, existia uma forma mais complexa de branding, mas ela ainda não era amplamente praticada pelo mercado. Certamente hoje faz pouco sentido trabalhar a marca pensando unicamente da questão visual. O design continua tendo importância capital, mas outros elementos são fundamentais, pois uma marca não se resume a um logotipo. Ela é muito mais do que isso.
As marcas nacionais estão acompanhando a evolução do branding?
Hélio de Carvalho - Entendo que sim. Nossas marcas são muito mais fortes e preparadas que há 10 anos. Percebo que há cerca de três e quatro anos iniciamos um outro processo importante que é a internacionalização. Ainda não é possível falar em grandes marcas globais brasileiras, mas iniciamos um movimento para tornar nossas marcas internacionais. Como a economia brasileira ganhou importância, algumas de nossas empresas começaram a operar em outros mercados.
FONTE: exame.abril.com.br

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

VOCÊ JÁ PATENTEOU SUA INVENÇÃO?



Entenda a importância de registrar a sua criação. Registrar a invenção é a única proteção que o criador tem sobre sua ideia. 
De acordo com o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) aparece em segundo lugar no ranking dos maiores solicitantes de registro, com 394 pedidos entre os anos de 2001 e 2011, perdendo apenas para a Petrobras, que soma 415. Na sequência estão a Universidade de São Paulo (USP) em terceiro, com 235 solicitações, seguido pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) com 143 e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com 139 solicitações.
Quando uma empresa inicia um projeto de inovação tecnológica, o investimento para todas as fases da criação é alto. O registro de patente serve para evitar que terceiros se apropriem da ideia e a vendam por um valor mais barato, já que não tiveram gastos no desenvolvimento da invenção. Além de garantir segurança para que os fabricantes busquem retorno financeiro com os produtos, as patentes também protegem o inventor. Alguém que cria algo e não tem verba para produzi-lo em escala comercial pode negociar com investidores, respaldado pela garantia de de exclusividade da invenção. A validade de uma patente é territorial e temporal. Há dois tupos de patentes, a de Invenção (concedida por 20 anos) e a de Modelo de Utilidade (concedida por 15 anos).
De acordo com o INPI, de 2005 a 2011 os pedidos de registro cresceram 31% e a expectativa é crescer mais 57% até 2014, chegando a cerca de 50 mil pedidos anuais no país, incluindo estrangeiros e nacionais. Em 2005, foram feitos 24.096 deopósitos de patentes no INPI. Já em 2011, esse número subiu para 31.765. A estimativa é chegar a 35 mil pedidos este ano e a 42 mil no ano que vem.
Os dados indicam ainda que a partir dos índices de 2011, os pedidos de não residentes – solicitações feitas fora do Brasil – representam 75% contra apenas 25% dos residentes. Em 2011, por exemplo, foram 24.001 pedidos de não residentes e 7.764 de residentes.
FONTE: techtudo.com.br